Memorial


O Cine Caixa Belas Artes reabre suas portas renovado em 2014 após um longo período, mas mantendo o seu “DNA” de cinema de rua.

A fachada da rua consolação, agora pintada de azul-cobalto, reflete a cor do novo patrocinador, a Caixa Econômica Federal.

O “Belas Artes” mantém no térreo a bilheteria aberta e o piso de caco cerâmico negro, mas inova na iluminação constituída de tubos de neon em forma de “sol” no espelho que duplica o espaço visual, na rampa de acesso ao bar, no forro de concreto aparente pintado de preto, e nas cores, cinza azulado, vermelho e cinza claro. Telas de plasma anunciam a programação e os horários de projeção.

Todos o sistema de ar condicionado das seis salas de projeção, do lobby e bar do térreo e do mezanino foram totalmente renovados, com novos dutos e novas máquinas.

O tratamento acústico e a projeção digital nas seis salas, as novas poltronas, completam com a iluminação neon dimerizada, espaços de grande conforto e acolhimento para os espectadores.

Os bares do térreo e do mezanino foram reequipados com geladeiras, fornos, estufas, pipoqueiras e demais complementos, oferecendo serviços de alimentação e ambientes para encontros e conversas nas duas salas de espera.

A comunicação visual de sinalização tem redesenho de Rafic Farah, enquanto os painéis da memória cinematográfica ficaram a cargo de Barbara Sturm, vice-diretora da produtora Pandora Filmes e filha de André Sturm, proprietário do Cine Caixa Belas Artes.

Para quem sobe pelas escadas em direção às salas do mezanino ou desce para as salas do subsolo, uma iluminação em arcos de lâmpadas de led cria o sentimento de se estar entrando num túnel em direção as telas das novas salas.

Memorial


O Cine Caixa Belas Artes reabre suas portas renovado em 2014 após um longo período, mas mantendo o seu “DNA” de cinema de rua.

A fachada da rua consolação, agora pintada de azul-cobalto, reflete a cor do novo patrocinador, a Caixa Econômica Federal.

O “Belas Artes” mantém no térreo a bilheteria aberta e o piso de caco cerâmico negro, mas inova na iluminação constituída de tubos de neon em forma de “sol” no espelho que duplica o espaço visual, na rampa de acesso ao bar, no forro de concreto aparente pintado de preto, e nas cores, cinza azulado, vermelho e cinza claro. Telas de plasma anunciam a programação e os horários de projeção.

Todos o sistema de ar condicionado das seis salas de projeção, do lobby e bar do térreo e do mezanino foram totalmente renovados, com novos dutos e novas máquinas.

O tratamento acústico e a projeção digital nas seis salas, as novas poltronas, completam com a iluminação neon dimerizada, espaços de grande conforto e acolhimento para os espectadores.

Os bares do térreo e do mezanino foram reequipados com geladeiras, fornos, estufas, pipoqueiras e demais complementos, oferecendo serviços de alimentação e ambientes para encontros e conversas nas duas salas de espera.

A comunicação visual de sinalização tem redesenho de Rafic Farah, enquanto os painéis da memória cinematográfica ficaram a cargo de Barbara Sturm, vice-diretora da produtora Pandora Filmes e filha de André Sturm, proprietário do Cine Caixa Belas Artes.

Para quem sobe pelas escadas em direção às salas do mezanino ou desce para as salas do subsolo, uma iluminação em arcos de lâmpadas de led cria o sentimento de se estar entrando num túnel em direção as telas das novas salas.